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Pelo dom da fé, o cristão contrai alinaça com Deus, entra em comunhão com o Pai, pelo Cristo, no Espirito Santo e com os mais irmãos e irmãs que crêem. A união mística se torna percebida, experienciada!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Carta do Padre Mês de Agosto

SENHOR BOM JESUS...
            Olá, filho e filha de Deus, irmãos e irmãs em Cristo ao receber este informativo do mês de agosto estarei  com a graça do bom Deus no Santuário Senhor Bom Jesus da Lapa – Bahia. Este santuário é lugar de romaria há mais de trezentos anos. Em 1691, Francisco de Mendonça Mar, descobriu a gruta, que até hoje serve como Igreja do Bom Jesus da Lapa. A nossa paróquia Senhor Bom Jesus de Nova Olímpia leva consigo há 42 anos o mesmo nome e a imagem parecida com o Bom Jesus da Lapa: na dor no sofrimento e amor pelos enfermos e doentes etc. Francisco de Mendonça Mar, nascido em Portugal, em 1657. Exerceu a profissão do pai sendo ourives e pintor. Com vinte e poucos anos de idade, em 1679, chegou a Bahia (Salvador), onde se instalou, tendo sua própria oficina e serventes – escravos seus. No ano de 1688, foi encarregado de pintar o palácio do Governador Geral do Brasil, na Bahia. Ao invés de receber o pagamento, foi levado à cadeia, com dois de seus escravos, e cruelmente açoitado. Tocado pela divina graça, resolveu então deixar tudo e buscar o deserto mais remoto para sacrificar sua vida por Deus. Esse era o motivo pelo qual ele deixou o mundo – para a Glória do Senhor Bom Jesus e para o bem dos outros. Uma tarde, depois de vários meses de incessante caminhada, avistou um morro, subiu uma áspera ladeira, e por uma abertura na pedra penetrou numa gruta. Um perfeito Monte Calvário. Era um sinal de Deus, de que deveria ficar! Na  solidão  e oração, venerando o Senhor Bom Jesus, que morreu na cruz pela nossa salvação e louvando a Maria, Sua Mãe, a Virgem da Soledade. A gruta tornou-se a morada dele e logo foi convertida por Francisco em lugar  de oração, em templo católico! Foi no ano de 1691. Dedicado à oração e à penitência, “O MONGE” Francisco, percebeu logo que o amor à Deus não pode ser isolado da vida, mas inserido nela, então começou o trabalho em favor dos mais necessitados. Trazia para junto de si os pobres, doentes, infelizes e aleijados, a fim de servi-los com amor, desenvolvendo seu apostolado também entre os índios da redondeza. A venerada Imagem de Cristo Crucificado, sob o título de Bom Jesus, ficou exposta dentro da gruta atraindo a todos que passavam por perto Francisco mostrava a imagem do Bom Jesus pregado na cruz para todos aqueles que curava, dizendo-lhes que foi o Bom Jesus quem fez aquela cura e ainda deseja curar dentro de nós todos os males que prejudicam nossa pessoa e a do nosso próximo. Eis um pouquinho de história e nós também já fazemos parte dela. Que o bom Jesus nos ilumine. Dia 06 de Agosto é dia do bom Jesus. Comtemplemos  também a nossa  história, pois quando começaram a surgir às primeiras casas em Nova Olímpia sentiu-se a necessidade da prática religiosa, várias pessoas organizaram-se no ano de 1959 e marcaram uma festa com a presença do Padre para celebrar a primeira missa que seria na Praça da República não sendo realizada pelo fato de ter chovido muito no dia e adiado para o dias 6 de agosto de 1960 com a presença do Frei Gaspar lotado em Cruzeiro do Oeste Pr . A comunidade comemora o aniversário da cidade no dia do padroeiro Senhor Bom Jesus em 6 de agosto. Dia que foi celebrada a primeira missa campal, na atual Praça da República. Neste mês vocacional rezemos por todas as vocações juntos as famílias de nossa comunidade. Parabéns Nova Olímpia! Com carinho: Pe. Valdenir Pereira

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A Efusão do Espírito Santo

Entende a efusão do Espírito nestes termos: "É como a renovação do nosso batismo sacramental, pelo qual fomos incorporados em Cristo e na sua Igreja, como uma nova efusão ou derramamento do Espírito Santo em nós, para que se torne realidade na nossa vida tudo o que está implícito no batismo sacramental e possa desenvolver-se nela toda a sua graça e toda a sua vida, em ordem à nossa santificação e à edificação da Igreja". É disso que se trata: de uma renovação, ou talvez melhor, de uma atualização do nosso batismo, do primeiro e único batismo, aquele que recebemos quando éramos muito crianças e pelo qual fomos submergidos no coração de Cristo Jesus e da sua Igreja, e onde recebemos o Espírito Santo, com tudo o que é e significa. Mas, para a maioria absoluta dos fiéis cristãos, tudo aquilo que está contido no batismo parou sem florescer. Não fizeram a experiência do Espírito na sua vida. O contraste entre o que é e o que deveria ser é realmente assombroso. A efusão do Espírito é como um desejo infinito de que o Espírito realize em nós o mesmo que realizou nos discípulos de Jesus no dia de Pentecostes, que possamos experimentar o que viveram as primeiras comunidades cristãs. Ou, dito de outro modo: que aquilo que recebemos no batismo sacramental irrompa nas nossas vidas, que o Espírito emirja da clandestinidade em que o temos mantido e se faça presente; que tudo o que está ali, como uma semente na alma, cresça, se desenvolva e se manifeste na nossa vida; que possamos ouvir o ruído do vento e as línguas pousem sobre as nossas cabeças e os nossos lábios estalem em louvores e possamos proclamar ante o mundo inteiro o triunfo da vida sobre a morte. Pedimos ao Senhor um pentecostes para nós. O homem põe a súplica e o desejo de receber tudo o que está prometido na palavra de Deus e o Senhor põe o resto: envia o seu Espírito, derrama-o e cumula todas as ânsias dos que lhe suplicam. O Espírito entra como um furacão ou como uma suave brisa e transforma por inteiro a vida. Nesse sentido, a efusão do Espírito é um dos elementos fundamentais do Renovamento Carismático e um acontecimento que deve ter lugar na vida de todos os fiéis cristãos. Deus é quem toma todas as iniciativas; é Ele quem submerge o homem, por pura graça, no mar infinito do seu amor. Tal como uma tela pintada já não é o mesmo que antes, assim o homem batizado pelo Espírito já não é o mesmo que antes: adquiriu a cor do Espírito. Isso é definitivo. Quem não foi batizado, empapado e tingido pelo Espírito de Deus, vive todavia na carne, não nasceu de novo. É um homem natural. Por isso é preciso desejar com toda a alma esse batismo, para que o Espírito nos limpe com o seu banho, nos inunde com a sua força e encha a nossa alma até transbordar. "No Renovamento Carismático o Espírito suscitou o desejo ardente de pedir que se realize de uma maneira concreta e viva o que sucedeu no dia de Pentecostes, o que tem ocorrido sem cessar na vida da Igreja, o que nos foi entregue como prenda no momento do batismo. O que aconteceu, continua a acontecer; o que foi prometido, está a ser cumprido agora. A palavra de Deus é irrevogável. O Espírito despertou muitos homens do seu sono para que eles possam despertar os outros. Nesse sentido falamos de uma efusão do Espírito". Pe. Vicente Borragán Mata, OP in "Como um Vendaval... O Renovamento Carismático", ed. Pneuma

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